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Sunday, June 03, 2007



Get a Voki now!

Thursday, June 23, 2005

Exercício de lead

O poder das CPIs (comissão parlementar de inquérito) foi o assunto da entevista feita com José Saraiva, advogado especialista em CPIs, no programa Espaço Aberto da Globo News. O assunto é de importância nacional no momento, já que a polêmica do "mensalão" e dos "correios" vêm ocupando grande espaço na mídia, com a criação de Comissões próprias para suas investigações. A apresentadora do programa, Zileide Silva, discutiu com o entrevistado os limites de uma CPI, já que esta possui os mesmos poderes investigatórios de um juiz e pode quebar sigilos telefônicos, fiscais, bancários e de Internet.

Tuesday, June 14, 2005

Zôo de Sapucaia promove educação ambiental
Preocupado com a preservação ambiental, Parque ensina visitantes a cuidar da natureza e dos animais



O Zoológico de Sapucaia tem atraído visitantes e fazendo com que eles saiam do passeio sabendo muito mais do que a direta ordem de “não alimentar os animais”. Seguindo o projeto de Educação Ambiental que desde 1989 é oferecido pelo Parque, atividades feitas com escolas e com a comunidade vêm trazendo muitos benefícios para o Zoológico. O lixo jogado pelas trilhas e a falta de respeito com as árvores e animais são os motivos mais significativos para que a educação seja vista como atividade fundamental para o visitante. Antes de impor as regras, o Parque preocupa-se em explicar o porquê delas.


A coordenadora da área de Educação Ambiental, Márcia Maria Werner, explica que o objetivo desse projeto é fazer com que principalmente as crianças “vejam o zoológico com outros olhos, não apenas como uma vitrine de animais”. Além disso, ela lembra que o parque é um local interessante para aulas práticas, pois é muito rico em animais, plantas e ambientes, fazendo com que atividades multidisciplinares sejam melhor realizadas.


Para uma escola agendar a visita, basta telefonar e informar o número de alunos e o assunto a ser explorado na visita. Caso a turma seja muito grande, as duas técnicas ambientais responsáveis pelo projeto vão até a escola e promovem atividades no próprio local. Aves, répteis, animais em extinção, plantas e lixo são alguns dos temas que podem ser trabalhados com crianças de qualquer idade.


A atividade de conscientização ambiental inicia-se com a apresentação de um vídeo sobre o zoológico e seu funcionamento. As crianças tomam conhecimento da existência das áreas: de pesquisa, de indústria, de reprodução, de nutrição e de telaria, pois “o zoológico só funciona através desse trabalho em equipe” justifica Márcia. Após o vídeo, visitam o prédio da educação ambiental construído em 1998, aonde se encontram cartazes explicativos, ovos, fotos e informações sobre a natureza. Assim, depois de conscientizados, os alunos passeiam pelo parque acompanhados pelas técnicas ambientais.


Outro projeto que se destaca na área de educação do Zoológico é a atividade de Coleta Seletiva do Lixo aos domingos, realizadas com todos visitantes. Com a ajuda de grupos de escoteiros de Sapucaia, São Leopoldo e Esteio, o parque distribui saquinhos para que os visitantes recolham seu próprio lixo durante o passeio. No final, cada saquinho cheio é trocado por um botom ilustrado a cada mês com uma espécie nativa ameaçada de extinção. Dessa maneira, o projeto da Coleta Seletiva funde-se com o chamado A Hora do Bicho, que valoriza e tenta proteger as espécies da nossa região.


Márcia ainda cita o Zooanima, um projeto social que ocorre em todas primeiras segundas-feiras do mês, que conforme a coordenadora “leva um pouco do zoológico até as crianças hospitalizadas”. No mês de junho, a visita ocorreu no dia 6 e foi feita no Hospital São Lucas da PUC, em Porto Alegre. Animais como coelhos, aranhas, lagartos e cobras assim como fotos do zoológico são mostrados para as crianças. Essas que sugerem animais para as próximas visitas e também colecionam os botons que ganham das profissionais.


O Zoológico de Sapucaia funciona de terça a domingo e está a disposição de grupos interessados em conhecer o parque, seu funcionamento e participar de seus projetos. Possui uma área bastante grande e profissionais qualificados e preparados para informar sobre as questões ambientais. Certamente um passeio no Parque renderá muito aprendizado, diversão e conscientização ambiental.

SAIBA MAIS SOBRE O ZOOLÓGICO DE SAPUCAIA:
Blog da Cris
Blog do Fabiano

Thursday, June 09, 2005

Sergio Vilas Boas lança o livro ”Informação e Formação Ambiental”
O Jornalista promove o jornalismo literário e defende a transdicilplinaridade na área





O jornalista e escritor Sergio Vilas Boas apresentou o primeiro livro da coleção ”Informação e Formação” pela editora Summus, no programa Frente à Frente da TVE. Flávio Porcello, apresentador do programa, recebeu em sua bancada o também jornalista Roberto Villar Belmonte, Jaime Cimente, crítico literário do jornal do Comercio e Liège Zamberlan, mestranda em comunicação social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC).

Auto-definido como um “jornalista sem data”, Sergio se diferencia dos demais profissionais da área por redigir reportagens com caráter literário e transdisciplinar. Questionado sobre a situação atual do jornalismo, Sergio disse que ainda existe a imagem de “arrogância, de desconhecimento do que é escrito e dar às notícias um caráter ficcional” por parte dos jornalistas.

Além disso, revelou as conseqüências daqueles que aderem a um sistema de especialização nas redações, “é necessário romper a fragmentação de um sujeito que se especifica, pois ele é capaz de ficar alienado”. Para o escritor, todos assuntos cobertos por uma reportagem devem ser contextualizados e analisados nos mais diversos ângulos, como é o caso do meio ambiente, assunto do primeiro livro de sua coleção.

Sobre a relação entre seu estilo literário e o jornalismo, Sergio argumentou que a utilização deste formato norte-americano para escrita se dá apenas pelo uso das técnicas da literatura ficcional, como o aprofundando e a extensão do texto. Junto a isso, o jornalista disse que o escreve é uma “literatura da realidade”, pois “escreve histórias sobre pessoas, tramas, conflitos e ações reais”.

Complementando sua resposta a Roberto Villar, Sergio citou umas das últimas reportagens publicadas pela revista impressa Globo Rural, sobre o Rio São Francisco, na qual, além de narrar a situação local, trazia abordagens geopolíticas, sociais, econômicas, culturais e ambientais. Sobre o mesmo assunto, o jornalista disse que a união entre especialistas das áreas de humanas como antropólogos e sociólogos com jornalistas, seria uma ótima fórmula de produção de conteúdo. A partir daí, a pesquisa e o conhecimento dos estudiosos estaria aliado à prática e o talento de escrita para uma população heterogênea dos jornalistas.

Sergio Vilas Boas declarou que a técnica de escrever de forma narrativa é uma maneira de sensibilizar, mobilizar, conquistar e informar o público de uma maneira mais completa e eficiente, diferente do que a maioria das mídias vêm fazendo nos dias de hoje. Para ele, a internet é um meio multimídia que pode facilitar o estilo literário de escrever para o jornalismo. Isso por que o espaço e o tempo, problemas que limitam a produção nas outras mídias, não são problemas na interface digital.

Tuesday, May 31, 2005

Criação de centro cultural revitalizará Antiga Sede

A Antiga Sede da Unisinos funciona atualmente como local para a realização de eventos sociais e culturais. Projetos de integração comunitária como o NUTTI (Núcleo Temático da Terceira Idade), os Corais e a Orquestra Unisinos são exemplos de programas que visam à integração com a comunidade a partir de interesses culturais. Junto a esses, atividades de cunho social como a Assessoria ao Movimento de Mulheres e Organizações Comunitárias, o SIAPE– Serviço o SIAPE– Serviço Interdisciplinar de Atendimento e Pesquisa em Ensino e Aprendizagem e o PIPAS– Programa Interdisciplinar de Promoção e Atenção à Saúde são exemplos da preocupação da Universidade em utilizar a sua antiga sede como local ativo e de importância para a comunidade em geral. Porém, mesmo com o sucesso de suas atividades, a Unisinos iniciou a elaboração de uma idéia que procura a integração dessas realizações que hoje se encontram dispersas e desintegradas, em um grande projeto cultural.

Os profissionais responsáveis pela Sede acreditam que ela tem potencial para se tornar o eixo de um grande projeto de valorização da cultura alemã, jesuítica, franciscana e guarani a partir da criação de um centro cultural. Sérgio Torelly, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Unisinos, aposta no projeto de acordo com os seguintes aspectos, “A Antiga Sede da Unisinos possui uma área construída de 16.643m2 e está localizada no centro de São Leopoldo, próximo à rodoviária e com fácil acesso pelo trem. Localiza-se há poucos metros das secretarias municipais e do centro histórico e comercial da cidade. Além disso, apresenta a necessidade de reformas e reparos na estrutura”. Através dessas necessidades e motivações, o projeto beneficiaria não só a comunidade da região, como também promoveria um desenvolvimento regional focado principalmente no turismo.

A região do Vale do Sinos ainda não possui um projeto de desenvolvimento social e econômico que tenha como foco a valorização de suas tradições. Dessa maneira, o centro cultural viria a valorizar e a resgatar a história dos povos que ajudaram a desenvolver a região. A principal característica do centro seria a interatividade e a dinamicidade, “ retroalimentada pela inteligência e pelas competências proporcionadas pela Academia” acrescenta Torelly. O projeto possui dez idéias centrais para os serviços que o centro cultural ofereceria: estacionamento, gastronomia, museus, centro de convenções, exposições, seu pátio interno, um estúdio, jogos eletrônicos, educação e a continuação dos projetos culturais.

As negociações para a implementação desse projeto já estão sendo feitas. A proposta é da criação de um Centro Cultural com sustentabilidade econômica, contando com o apoio de outras empresas e instituições. Além disso, a receita viria a partir de patrocínios, lojas, ingressos, cursos, locação de equipamentos e do espaço, cinema temático e teatro. A Unisinos aposta nesse novo projeto e na sua preocupação em interagir e desenvolver a região.

Saiba Mais sobre a Antiga Sede da Unisinos:
Histórico
Situação Atual

Thursday, May 19, 2005

Caco Barcellos participa do Frente à Frente da TVE




O jornalista Caco Barcellos foi o entrevistado do programa Frente à Frente da TVE desta semana. A bancada de entrevistadores foi composta pelo apresentador do programa, Flávio Porcello, da jornalista da RBSTV, Luciana Kraemer, de Elmar Bones, da Já Ediitorias e de Andrei Rosseto, que trabalha na TVE. Além desses profissionais, estudantes de jornalismo, classificados por Flávio como “a próxima geração”, assistiam a gravação direto do estúdio. Os telespectadores puderam interagir com o entrevistado através de telefonemas e e-mails enviados à produção do programa.

A conversa iniciou com o depoimento de Elmar Bones, que foi quem empregou Caco em seu primeiro trabalho dentro de uma redação. O jornalista que hoje é correspondente da Rede Globo em Paris foi apresentado a Elmar como um garoto tímido que “fazia um jornal para a comunidade hippie”. Aos vinte e três já trabalhava na seção de política internacional ao mesmo tempo em que era motorista de táxi.

O fato de ter sido motorista de táxi o auxiliou bastante a seguir a profissão de jornalista. O antigo taxista disse que conviver com diversos passageiros “acostuma o ouvido”, já que já é característica dessa profissão a conversa entre o motorista e quem solicita o transporte. E foi a partir da descoberta dessa profissão paralela de Caco que o então secretário da redação, Elmar, propôs ao duplo-trabalhador a composição de sua primeira grande reportagem que tinha como tema a rotina dos taxistas.

Hoje empregado em uma das maiores redes de televisão do mundo, o jornalista mantém sua personalidade e característica presentes desde o início de sua carreira. Definido pelo apresentador do programa como aquele que “olha aqueles que ninguém vê”, Caco procura sempre produzir matérias a partir de um olhar mais social e não tão explorado pela imprensa em geral. O livro “Abusado” é um exemplo completo de todo conceito que o repórter tem do jornalismo. A produção relata a vida de um cidadão chamado Juliano que tem estreitas relações com o tráfico.

Para produzir esse livro, Caco Barcellos conviveu, se comunicou e estabeleceu uma relação de confiança com o traficante e sua família. Procurou contextualizar e sintetizar a vida de quem vive na favela e diz que não via maldade nem falta de caráter nisso. Amigos jornalistas o alertavam que a relação com um criminoso poderia ser perigosa e, para se defender, argumentava com certa segurança: “será que não seria a mesma situação de ilegalidade ou falta de caráter se eu estivesse entrevistando ou redigindo algo sobre Pc Farias ou sobre o juíz Nicolau?”. A questão, para Caco, não seria os motivos que tornavam o entrevistado um criminoso, mas sim sua posição social.

O repórter que cobriu todas transmissões sobre o atentado aos trens de Madri para Globo acredita que é a “arrogância da maioria dos jornalistas que forma a barreira entre os cidadãos de baixa renda e a imprensa”. Caco defende que a média da população brasileira é composta por pessoas de baixa renda e que vivem em um contexto social que não é explorado pelos meios de comunicação. Por isso, procura dar ênfase a essas realidades inexploradas e a seguir informando a partir de suas competências adquiridas desde os tempos de taxista: a sensibilidade, o poder da conversa e a facilidade de relatar fatos.

Friday, April 29, 2005

Trabalho Produção de Títulos II

Unisinos inova e lança site mais dinâmico

Universidade adapta software de gerenciamento para melhor interagir com a comunidade


O novo site da Unisinos completa mais de 40 dias no ar nesta última quinta-feira, dia 14 de Abril. A novidade digital foi implantada com o objetivo de facilitar seus acessos e estabelecer maior interatividade e relacionamento entre a universidade e a comunidade, assim como simbolizar as transformações institucionais que a Unisinos vem passando. Com seções mais dinâmicas e direcionadas, esse inovador e moderno formato de comunicação abriga espaços específicos e planejados de acordo com o público que o acessa.